_mew_kawai_
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14 Capitlulo em 08/02/2009
Link permanent for this image Cascada - Everytime We Touch (Slow) - Cascada 14ºCapitulo – As desculpas, o pedido e o… (Diário da Chikaku) A noite passou sem grandes problemas. No dia seguinte ainda não haviam sinais do Daisuke em lado nenhum. - Onde será que anda o Daisuke? – perguntei para o ar - Se calhar foi à procura de uma noiva nova visto que tu não lhe respondes. – disse o Kaze aparecendo - Deixa de ser assim. O que é que tu tens contra ele? - Tenho que ele chegou aqui e já pensa que manda. - Kaze… - Sim, eu sei. Apoiar-te a 100%. - Obrigada. - De nada. Fomos tomar o pequeno-almoço e depois aproveitamos para ir à praia.. Estava um dia espectacular. Depois fomos almoçar e voltamos para a praia. - Está além um rapaz a fazer surf bué bem. – disse a Aruki - Sempre sonhei em fazer surf. – disse eu - Porque não vais lá e lhe pedes para te ensinar? - Achas que ele fala japonês? - Não sei. Mas tu sabes falar inglês. - Sim. - Então não tens nada a temer. - Tens razão. Vou lá perguntar se ele me pode ensinar. – disse levantando-me da toalha e dirigindo para perto do rapaz. - Olá. – disse assim que cheguei perto do rapaz - What? – disse ele confuso Ok. Ele fala inglês. Eu sou japonesa e agora? Vou tentar falar inglês. - Hello. – disse eu - Hi! - I saw you surfing and i was wondering if you could teach me. - Teach you how to surf? - Yes. I would realy like to learn how to do it. - Yes, i can teach you. Do you have a surf board? - No. Sorry. - That´s ok. You can use mine. - Ok. My name is Chikaku Tsukino, i’m from Japan. - I’m Lee Ryan. My mother is from England and my father is from Japan. But he has never tought me how to speak japanese. - I see. So you can realy teach me? - Yes. How about we meet here tomorrow, morning? - That’s good for me, i think. - Ok. Then here is my phone number. If you can send me a message. - Ok. See you tomorrow then. - See’ya. – disse ele indo embora Voltei para perto da Aruki e do Kaze. - Então? Ele vai ensinar-te a fazer surf? – perguntou a Aruki assim que me sentei - Sim. E tenho o número de telemóvel dele. Queres vir comigo amanhã? - Claro! Não te importas? - Não. - Fixe! Adoro-te! – disse ela abraçando-me - Olá meninas. Qual o motivo de tanta festa? – disse o Daisuke aproximando-se de nós os três - Nenhum. – respondeu a Aruki - Estou a ver. Chikaku, podes acompanhar-me? - Eu…Er…Está bem. – disse levantando-me e pegando nas minhas coisas - Anda. – disse ele pegando-me na mão - Onde vamos? - Já vês. Continuamos a andar pela praia. Andamos pelo menos uns vinte minutos. - Estou cansada. Ainda falta muito? – perguntei parando para descansar - Falta um pouco. Anda. Eu levo-te às cavalitas. - Não é preciso. - Anda lá. - Está bem. – disse eu pondo-me às cavalitas dele. Mais dez minutos a andar. - Estamos a chegar. – disse ele. - Então mete-me no chão para puderes descansar. - Posso descansar quando chegarmos lá. - Mas… - Tem calma que estamos quase lá. - Ok. Andamos mais um pouco e depois ele parou. - Chagamos. – disse ele deixando-me descer - Finalmente. Mas o que é que estamos aqui a fazer? – perguntei eu vendo que estávamos perto de uma clareira completamente vazia - Fecha os olhos e espera um pouco. - Está bem. – disse enquanto via ele afastar-se e tapava os olhos Estava ali parada à espera dele mas ele estava a demorar muito tempo. E se ele estivesse a gozar comigo? E eu estava ali a fazer figura de parva. - Daisuke? – disse sem destapar os olhos. - Estou de volta. Podes destapar os olhos. Quando destapei os olhos, nem queria acreditar. Ele tinha preparado um piquenique. - Para quê tudo isto? - Para te pedir desculpa. Tenho sido um parvo e um chato. Só tenho pensado no nosso casamento e não tenho pensado como te deves estar a sentir com tudo isto. Tenho sido um egoísta. Desculpas? - Eu…Sim. Eu desculpo-te. - Obrigado. Que me dizes de comer-mos? - Pode ser. Já estava a ficar com fome. - Então senta-te. – disse ele sentando-se Ele estava a ser um querido. Eu sabia que era só para me pedir desculpa mas não era preciso ele ter feito aquilo tudo. Estava mesmo lindo. Com umas pétalas de rosa espalhadas pela toalha que estava estendida no chão. E ele tinha escolhido logo um lugar onde dava para ver a lua cheia perfeitamente. Estava tudo lindo. - Sentes-te bem? As tuas orelhas vieram fazer-nos uma visita. – disse ele - O quê? – perguntei Bolas! Estava tão envolvida nos meus pensamentos que houve qualquer coisa que fez com que as minhas orelhas aparecessem. Porquê agora? - Porquê é que isto acontece? - Normalmente quando ainda não se consegue controlar muito bem os poderes isso acontece. Por exemplo quando te sentes envergonhada, quando estas zangada, etc… - Estúpidas orelhas. – resmunguei - É normal. Depois isso deixa de acontecer. - Está bem. Foste tu quem fez isto tudo? - Sim. Tive de aprender a cozinhar. - Está tudo óptimo. Ele sorriu em sinal de agradecimento. Agora que olhava bem para ele reparei que ele tem um sorriso lindo. Ele é simplesmente lindo. Não. Não me vão aparecer as orelhas outra vez. Mas ele é tão lindo. E talvez isto de sermos noivos não esteja tão mal. Ele diz que sempre me conheceu e que sabe aquilo que o seu coração quer. Mas e eu? Será que sei? - Dai-chi. - Sim. - No outro dia, tu disseste que sempre me conheceste. E que o teu coração sentia que estava destinado a mim desde que eu nasci. - Sim. É a verdade. - Mas… Que quer isso dizer? - Quer dizer que sempre te amei. Não foi só o destino que quis que assim fosse. Os nossos corações nasceram para serem um só. E eu…Eu sei eu te amo. Muito. – disse ele corando ligeiramente mas sem nunca retirar os olhos dos meus - O único problema é que eu não sei se te amo ou não. - Deixa que o teu coração fale por ti. Eu não o conhecia. Mas houve algo nele que me fez confiar e acreditar nele desde o início. Será isso amor? Só há uma maneira de descobrir. - Como vou descobrir se o meu coração sente o mesmo que o teu? – perguntei a medo - Assim. – disse ele aproximando-se e beijando-me. Senti o meu coração disparar e ao mesmo tempo um enorme poder dentro de mim. Era espectacular. Agora tinha a certeza de que era com ele que eu tinha de ficar. - Então? – perguntou ele - Parece que estamos destinados. Desculpa. - Porquê? - Por tudo o que te disse. Por ter sido uma parva e não ter acreditado que o que me dizias sobre nós era verdade. Desculpa. - Eu desculpo. Agora só resta que me digas uma coisa. - O quê? - Aceitas casar comigo, para o bem do nosso povo e porque te amo mais do que a qualquer pessoa neste mundo? Não sabia o que dizer. Mas uma força lá bem no fundo fez-me tomar a decisão certa. - Aceito! Eu sei que parece estranho mas eu também te amo. – disse sorrindo Ele beijou levemente e depois abraçou-me. Estava na altura de ser feliz. E salvar o meu povo ia ser a única forma de o fazer. Mesmo que isso implicasse casar-me com 18 anos. Coisa que eu nunca tinha sonhado na minha vida. ________________________________________________________ Tachi in the house.... Muito tempo sem postar... Gomen... Espero que gostei do cap. Kissu* |
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