-
02/07/2008 17:20:57
-
30/06/2008 03:04:35
-
29/06/2008 11:58:28
-
vídeo 27/06/2008 12:14:03
-
vídeo 25/06/2008 17:44:57
-
22/06/2008 15:48:04
See all
_rip Links
|
Tudo começou depois de ter saído de uma sala de aula com um cheiro insuportável a mofo (ou como muitos apelidaram “cheiro a velho”). Saem o Bruno e o Ricardo todos felizes e contentes da escola e decidem parar num cafezinho da esquina frequentado por seres de idade avançada quando uma dessas formas de existência se vira para eles e pergunta “vai um copinho?” e o Ricardo (coitadinho, tão inocente o rapaz) pergunta “de quê?” :/ esta pergunta podia ser levada em consideração se o meu caro amiguinho não tivesse visto uma garrafa de álcool ao lado do tal homenzinho e segundos antes não tivesse comentado “aquele gajo já enfrascou metade”. Os dois meninos certinhos como são, (será que alguém acredita? x) don’t think so…) recusaram educadamente alegando a famosa desculpa “temos de ir apanhar o metro”. Porem aquela existência avançada não estava disposta a deixa-los ir exclamando “não me digam que não têm tempo nem para uma bebida” e empurrando-nos as cadeiras, a situação complicava-se e parecia que mais ninguém queria saber. Por fim lá veio o dono do café com o que havíamos pedido (escusado será dizer que já não nos lembrávamos e que so queríamos sair dali). Finalmente cá fora respiramos de alívio e seguimos para o metro. No metro uma senhora sentou-se no lugar a nossa frente e de repente so a vemos a falar sozinha… O Ricardo e o Bruno entreolharam-se do género “What the fuck??” e seguidamente olharam para a senhora que desviou o olhar e se calou. Bem… 5 minutos passados a mulherzinha começa a resmungar e agitar as mãos num protesto silencioso, cá para mim pensei “ok…” enquanto lançava um olhar desesperado ao Ricardo. Saídos do metro o que nos aparece a frente? Perguntem lá: O que vos apareceu a frente Bruno? E eu respondo: 2 gunas! Daqueles que usam as calças enfiadas dentro das meias e se julgam os maiores! Como se não bastasse o que já tínhamos passado ainda tínhamos de ouvir comentários obscenos daqueles dois seres acerca de raparigas que por ali passavam. Que resto de tarde!
(L) Tudo que sinto, tu sentes
|
|