Estou perdido,
não me encontro dentro de mim,
a sanidade é talvez uma recordação de há muito,
uma memória hoje em vão.
Homem de grandes coisas corroído pelas pequenas,
ouve uma voz lá no fundo trazendo recordações,
nunca o comprometendo com as grandes coisas
mas adiando o retorno às pequenas.
Gigante numa terra de pequenos,
pequeno será como eles.
O tempo confunde-me
o espaço domina-me,
sou e serei questionável
e é isso a que me resumo,
a uma questão impossível de resolver.
O fim, a morte, o esquecimento é um destino, questiona-lo?
É paradoxo que me irá perseguir.
Será o limite da minha mente o céu,
ou uma mera singularidade dentro de mim?
(não fui eu que escrevi)
You're always on my mind (L)