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5º Cap! em 15/09/2008
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Olá outra vez! Bgd a tdx pelos commentz! Sei q disse q n ia postar mts vezes, mas n consegui resistir. ate pq gosto mm deste cap LOL
tá aki, c uma musikinha. espero k gxtm: 5º Capítulo: “Ataque” O resto do dia passou sem problemas, e as cinco horas chegaram rapidamente. Emily estava bastante nervosa com o tal encontro, e tinha receio de falar com a irmã sobre isso. O que até calhava bem, pois Riley tinha mais em que pensar. Ela estava a andar às voltas no quarto, pensando em como podia descobrir a verdade. Mas Seth era demasiado reservado e tentar falar com Logan estava fora de questão. Riley queria poder falar com alguém com quem tivesse confiança o suficiente para lhe mandar dois berros, caso fosse necessário. E, naquele momento, Logan intrigava-a demasiado para se dar ao luxo de ficar irritada. - Riley...? – começou Emily, batendo à porta do quarto da irmã. – Posso entrar? - O que foi? – perguntou ela, indo abrir. - Eu vou sair com o Seth hoje. - O quê? Tu deves estar doida! Não podes sair com ele! - Porque não? A menos que me contes sobre o que falaram hoje, eu vou. - Sabes que chantagem não resulta comigo, Ems. Emily ia falar, mas foi interrompida pelo som da campainha. - Estranho, o nosso encontro só é daqui a três horas e o Seth nem sabe onde moramos... – murmurou ela. - Então, pode não ser o Seth – lembrou-se Riley, indo para o andar de baixo, com a irmã atrás. Ao abrir a porta e ver quem lá estava, a sua expressão mudou radicalmente. Ela estava agora completamente irritada. - Riley... – começou o rapaz, só que não teve tempo de dizer mais nada, porque Riley fechou-lhe a porta na cara e começou a subir as escadas. - Vais mesmo deixá-lo ali? – perguntou Emily. - Vou e nem te atrevas a abrir a porta! Emily soltou um suspiro e foi até à porta. Ela sabia que a irmã ainda gostava de Josh, e ela tinha esperanças que eles fizessem as pazes. - Emily... – surpreendeu-se Josh, vendo-a. - Ainda estou a pensar se te deixo entrar ou não. Tu magoaste mesmo a Riley, sabes... - Acredita que sei. Mas eu quero remediar as coisas, a sério. Eu estou mesmo arrependido. Deixa-me só falar com ela – implorou ele, numa voz melancólica. - Entra – desistiu Emily, afastando-se para ele poder entrar. – A Riley está no quarto. - Ok, obrigada – agradeceu ele, indo para o andar de cima. Respirou fundo antes de bater à porta e abriu-a sem esperar pela resposta. Riley estava perto da janela e voltou à sua expressão zangada quando viu o rapaz. - O que é que estás aqui a fazer?! – perguntou, irritada. - A Emily deixou-me entrar. Ri, temos de falar. - Não, não temos. Acho que já disseste que chegue na festa. - Mas eu não disse nada. - Exacto. Mantém as coisas assim – ripostou, olhando-o nos olhos com ira. - Depois de tudo o que nós passámos, vamos mesmo deixar de nos falar? - Não finjas que estás desapontado, agora tens tempo para ficar com as outras raparigas todas com que namoriscaste durante os dois anos em que estivemos juntos. - Riley, foram dois anos! Não podes deitar isso tudo a perder! - Eu? Eu não deitei nada a perder! Tu beijaste a Blake! Tu estragaste tudo! E, só para que saibas, aqueles dois anos não foram tão perfeitos como tu quiseste fazer parecer, especialmente porque tu quase nunca estavas lá! - Nós passámos muito tempo juntos! - Sim, passámos quatro dias juntos, depois de voltares da tua viagem de duas semanas até sabe-lá-Deus-onde, da qual eu só fui avisada dois dias depois! - Riley... - Sai. - Não me podes mandar embora! - Azar, porque é isso mesmo que estou a fazer! - Eu não vou desistir. - Josh, não vou dizer isto mais vez nenhuma! Sai já da minha casa! – gritou ela. Ele demorou um pouco, mas assentiu com a cabeça, relutante. Depois disso, saiu. Quando Riley ouviu a porta lá de baixo a ser fechada com força, soltou um suspiro, como se já fosse seguro mostrar que tinha sentimentos. Ao sair do quarto, tentou evitar contacto visual com a irmã. - Riley, desculpa, eu não queria que discutissem. Eu pensava mesmo que vocês iam fazer as pazes... – murmurou Emily, sentindo-se culpada. - Deixa lá, não penses mais nisso. Mas, da próxima vez que te disser para não lhe abrires a porta, não abras. - Ok. Mas... ainda estás chateada por causa do encontro com o Seth? - Neste momento, não estou interessada nisso... Vai se quiseres, não pode ser assim tão mau... - Obrigada – declarou a pequena, abraçando a irmã e indo para o quarto alegremente. Ela passou as três horas seguintes a pensar no que poderia vestir e no que iriam fazer nesse tal encontro. Ao chegar a hora, Emily desceu a correr até à porta de casa, até que se lembrou de se despedir da irmã. - Riley, vou sair! – avisou. - Ok... – começou ela, aparecendo, vinda da cozinha. – Mas tem cuidado, está bem, Ems? - Eu tenho, não te preocupes! – garantiu, saindo. Não tardou até Emily chegar à estação de comboios e, à sua frente, estava Seth, com um grande sorriso no rosto. - Emily – disse ele, alargando o seu sorriso. - Desculpa se me atrasei. - Chegaste mesmo a tempo. Então, vamos? - Depende. Onde é que vamos? - Isso importa? – riu-se Seth, dando-lhe o braço que ela agarrou sem hesitar. Os dois andaram durante um pouco, a falarem de coisas completamente banais. Na verdade, Emily estava bastante nervosa e não sabia o que dizer, mas Seth achava tudo o que ela dizia extremamente engraçado. Emily estava bastante confusa naquele momento. Era de noite e ela estava sozinha, com Seth, prestes a entrar numa coisa que parecia uma floresta. Não conseguia evitar sentir-se intimidada... mas também estava a sentir-se bem. - Espero que não te importes por termos vindo aqui. Eu gosto de passear pela floresta de vez em quando. Ajuda-me a espairecer – explicou Seth. - Não tem problema. Pensava que ia ser mais assustador, mas na verdade, isto até é bonito, de noite. Ela ficou a olhar para as estrelas, verdadeiramente maravilhada. Ao olhar para ela, Seth percebeu que não conseguia fazê-lo. Logan dissera que ele tinha de o fazer, mas como é que ele podia deitar tudo a perder com Emily... *Flashback* - Não podes estar a falar a sério, Logan, não vou fazer isso – afirmou Seth, com convicção. - Não tens escolha. Sei que gostas dela, mas se gostas mesmo verdadeiramente, vais fazer o que te digo. - Então... Como gosto dela, vou dizer-lhe que nunca mais a quero ver? - Tens uma ideia melhor? - Sim, podia deixar as coisas andarem e ver se nós vamos a algum lado com esta “pseudo-relação”. - E arriscarmos que a nossa identidade seja descoberta? Nem pensar. E, para mais, tu não sabes se ela gosta de ti. - Logan... - Faz isso. Hoje à noite, vais-te encontrar com ela e vais dizer que não podes continuar com o que estás a fazer. - E se ela fizer perguntas? - Diz que tens de te ir embora ou assim. - Mas, Logan... - Faz isso! – disse ele, saindo. *Fim do Flashback* Seth sabia que podia meter-se em sarilhos, mas não conseguia mentir e dizer a Emily que não a queria ver mais. Simplesmente, não podia... Antes que ele pudesse falar, Emily pegou-lhe na mão e começou a andar. Ela já estava farta de estar sempre a pensar e não agir. Estava na altura de fazer alguma coisa que queria realmente. Só que houve uma coisa que a perturbou. Uma pequena casa abandonada, que parecia que ia cair a qualquer momento. Emily parou de andar, horrorizada. Aquela era a casa do sonho. Sem dizer nada, largou-se de Seth e começou a correr. Ficou nisto durante uns minutos, antes de tropeçar numa raiz e cair no chão, cortando um bocado do braço. - Bolas... – queixou-se ela, agarrando o braço. - Emily... – começou Seth, mas, ao ver o braço dela, parou. - Desculpa, eu não queria fugir... Eu só... - Tens de ir. - O quê? - Faz o que eu te digo, vai! – gritou, numa voz um tanto alterada. Emily sentiu-se assustada e levantou-se com dificuldade, começando a correr. Mas o que raio estava a acontecer?! Primeiro, a casa, e agora isto? Foi aí que algo a interpelou. Alguém. Emily foi empurrada contra uma árvore, e, quando abriu os olhos, viu um rapaz. Só que não era um rapaz normal. Ele era muito, muito branco, com cabelo platinado e os seus olhos eram vermelhos, como sangue. Emily não conseguiu ver mais nada, pois cerrou os olhos, num impulso de medo. O “rapaz” começou a aproximar a cara do seu pescoço, como se estivesse a cheirá-la. Ao chegar ao seu braço, ele respirou fundo. O som da sua respiração parecia a de um animal, o que aterrorizou Emily. Quem... ou melhor, o que era aquilo? Ao ouvir o som de um golpe, Emily abriu os olhos. Atrás do rapaz, estava Seth, com as mãos no pescoço do rapaz. - Afasta-te dela – disse Seth, numa voz grave. Curiosamente, não estava a gritar. Na verdade, estava a falar baixo, quase num murmúrio. Talvez isso fosse para assustar o rapaz. - Eu encontrei-a primeiro – sibilou o rapaz, numa voz gélida. - Roubar as presas dos outros não conta. Vou repetir: afasta-te dela. E não me faças dizer isto outra vez. O rapaz apertou o pulso de Emily e ela soltou um grito de dor. Seth deu um passo em frente, ficando apenas a centímetros da cara do rapaz. Nenhum deles disse fosse o que fosse. O rapaz acabou por esboçar um sorriso mesquinho e virou-se para Emily, aproximando-se do seu pescoço. - Eu volto... – murmurou, ao seu ouvido. Depois disso, ele desapareceu rápido demais para Emily o ver. Segundos depois, ela chorava descontroladamente, agarrando o pulso que também começara a sangrar. - Emily, tem calma. Estás a salvo agora – disse Seth, abraçando-a. No entanto, Emily afastou-se. - O que foi aquilo?! Quem é aquele e porque é que me estava a atacar?! E o que raio foi isso?! Quem és tu, Seth? O que és tu? – perguntou, dizendo aquilo tudo muito rapidamente. - Não tens de te preocupar com o que eu sou. Não hoje. - Mas... - Emily, tu ouviste aquele rapaz. Ele vai voltar. Não tentes perceber, eu juro que te explico depois. - Quando? - Mais tarde. - Mas... Seth, o que és tu? – insistiu ela, com lágrimas nos olhos. - Durante os próximos tempos, sou o rapaz que vai certificar-se que ninguém te toca. É só isso que precisas de saber. Anda, eu levo-te a casa – sugeriu, pondo os braços à volta dela. Emily sentia-se demasiado fraca – física e emocionalmente – para replicar. Por isso, afundou a cabeça no seu ombro e deixou-se ficar. Por momentos, teve medo dele. Na verdade, ainda tinha. Mas algo na sua expressão, na sua voz, na maneira como ele lhe tocava... Algo nele fazia-a acreditar que estava segura. *kissu *Sunny* |
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