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7º Cap!
7º Cap! em 17/09/2008
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Bm, cm a nha Limazinha enxeu, axei k tinha de postar xD

gosto mm deste cap, especialmente duma parte la mais p o fim :)

e a musica é puramente LINDA

ja agr, faço publicidade a um vid meu c a musica (muahahaha): www.youtube.com/watch?v=jcJocmQv_IU&fmt=18 [é uma opening p outro fic]

One Day - Trading Yesterday

7º Capítulo: “Defesa”

Por volta das duas da manhã, Emily acordou sobressaltada. Já era a terceira vez que aquilo acontecia. É que era-lhe tão difícil conseguir dormir descansada depois dos acontecimentos daquela noite... Ainda lhe custava acreditar que Seth era mesmo um vampiro... E que ambos podiam estar em perigo...
Ela acabou por ir até ao andar de baixo, onde encontrou Riley, que estava na sala, em frente à televisão.
- O que estás a ver? – perguntou, sentando-se ao seu lado.
- Não sei bem... Estava a fazer zapping e acabei por me fartar... – explicou Riley, sem olhar para ela. – Também não consegues dormir?
- O Seth não me sai da cabeça... Achas que ele está mesmo a dizer a verdade?
- Neste momento, não temos mais nada em que acreditar. E, para mais, a história dele fazia sentido. Eu acho mesmo que, enquanto ele estiver a proteger-te, não tens nada com que te preocupar.
- E se me voltarem a atacar? Não é que eu não confie no Seth, mas ele não vai estar sempre comigo... – murmurou Emily, baixando a cabeça.
Riley ficou a fitá-la durante uns segundos e levantou-se do sofá, dirigindo-se a uma cómoda.
- O que vais fazer? – perguntou a irmã, confusa.
Sem responder, Riley tirou o fio que tinha ao pescoço; esse fio tinha uma chave como pendente, e ela usou-a para abrir uma das gavetas. De lá, tirou uma caixa preta comprida.
- Presumo que não te lembres disto... – começou ela, abrindo-a. Lá dentro, estava uma caçadeira, com um saquinho com balas ao lado.
- Riley! Tu tens uma arma em casa?! – gritou Emily, chocada.
- Não é minha, é do pai. Lembras-te quando ele nos levou a caçar com ele?
- Claro, como é que me podia esquecer? Bastou ele dar um tiro no ar que eu dei um pulo e fiquei aterrorizada.
- Tinhas quatro anos, era normal.
- Não podes chamar àquilo ‘normal’, Ri. Desde que tinhas oito anos, que ias sempre caçar com o pai.
- Ajudou a trabalhar na minha pontaria. E acho que vou voltar a usá-la, durante uns tempos.
- Porquê?
- Não te lembras do que o Seth disse? As balas de prata conseguem afectar os vampiros.
- Estás a esquecer-te que não temos balas de prata.
- Não, mas o Max tem lá na loja dele. Passo por lá depois.
- E achas que ele te vende assim as balas?
- O Max conhece o pai. Basta dizer-lhe que as balas são para ele e pronto – sugeriu Riley, tentando ignorar a expressão preocupada da irmã. – Ei, eu sei que tu não gostas de armas, mas eu não me posso dar ao luxo de te deixar exposta como ontem.
- Humn... Vou buscar qualquer coisa para comer, vê se dormes.
- Eu não tenho sono – garantiu ela, à medida que Emily ia para a cozinha.
Emily acabou por não comer nada, pois ela só precisava de se afastar da irmã e das suas preocupações por um bocado. Ela não estava à espera de ser envolvida numa situação tão perigosa... E se lhe acontecesse alguma coisa? E se acontecesse alguma coisa a Seth...?
Estes pensamentos prolongaram-se por um pouco e, quando Emily voltou à sala, Riley já estava a dormir profundamente no sofá. Emily decidiu sair, e dar uma volta para espairecer. Talvez assim ela pudesse pensar no assunto com mais calma.
- Emily – disse Seth, assim que ela saiu.
Ela não podia ter ficado mais surpreendida. Ali estava Seth, sentado na trave do alpendre, com um sorriso no rosto.
- O que é que estás aqui a fazer? – perguntou ela.
- A certificar-me que ninguém te tenta atacar. A Riley disse que eu podia passar aqui a noite. A questão é: o que é que tu estás aqui a fazer? Não devias estar a dormir?
- Já tentei, mas não consigo. Aquilo que disseste sobre ti não me sai da cabeça...
- Desculpa. Eu não queria descarregar esta informação toda em cima de vocês, mas achei que devias saber.
- Que mais é que me podes contar?
- O quê?
- Eu quero saber mais... Acerca dos vampiros... Acerca de ti... – explicou ela, corando a seguir.
- Emily, não há muito mais para contar...
- Porque é que o Peter me atacou?
- Eu já te expliquei, ele cheirou o teu sangue.
- Sim, mas porquê eu? Pensava que vocês podiam alimentar-se do sangue de animais e que isso chegava...
- Bem... – começou ele, tentando encontrar as palavras certas. – Tens a certeza que a Riley não nos vê?
- Ela está a dormir, não vai saber de nada.
- Ok, anda, então – disse, pegando na mão de Emily e começando a andar.
Os dois andaram até chegarem a um parque, que, por acaso, Emily conhecia muito bem. Ela gostava de passar por ali, de vez em quando, e pensar.
- Bem, em resposta à tua pergunta, o Peter não é como eu e o Logan. Ele e o seu clã gostam de atacar os humanos, pois parece que guardam rancor com eles por serem como a ‘espécie dominante’. Resumindo, não gostam da forma como os humanos nos tratam, por isso, tendem a atacar aos poucos, para não criar demasiada confusão... – explicou Seth.
- E porque é que tu e o Logan não são assim?
- Nós não pensamos como eles. Não achamos que os humanos sejam criaturas más, nem nada... Por isso, tentamos resistir aos nossos desejos de sangue humano e limitamo-nos a atacar animais. E, mesmo assim, não o fazemos muito regularmente.
- Ok, aqui vai outra pergunta... Porque é que me queres proteger assim tanto? Eu sei que não tens nada contra os humanos, mas porquê tanta insistência em proteger-me?
- Porque... desde que o Logan me salvou, que acho que estou em dívida. Não para com ele, mas para com o mundo, percebes? Pouco depois de me ter tornado vampiro, não conseguia controlar os meus desejos de sangue humano. Uma vez, matei alguém... E desde então que tento redimir-me ao tentar ajudar o maior número de humanos que conseguir.
- Isso é... Uau... – gaguejou Emily, surpreendida no bom sentido.
- Sei que pode parecer um bocado estúpido, pelo menos, é o que o Logan está sempre a dizer. Ele não gosta dos humanos, mas parece que também não os quer matar.
- Porquê? Quer dizer... Se não gosta dos humanos, porque não os ataca?
- Pelo que sei, uns anos antes de ele me encontrar, ele matou uma rapariga. Não sei muito bem essa história, porque ele recusa-se a falar nela... Mas, em vez de tentar fazer o que eu faço e ser bom para os humanos, ele prefere fechar-se de tudo e todos, tentando esquecer a sua mágoa.
- Isso lembra-me de alguém, sabes... – comentou Emily, pensando logo na irmã. – Mas eu não acho estúpido, o que tu estás a fazer. Na verdade, acho bastante nobre. A verdade é que nem muitos humanos pensam assim.
- Pois, eu sei...
- Mas, Seth... Tu dizes que não podes atacar o Peter por causa do clã dele... Isso quer dizer que vais passar muito tempo a proteger-me...
- Nesse caso, tens sorte que eu não morra, não achas? – retorquiu ele, sorrindo. – E, para mais, acho que proteger-te é uma óptima maneira de passar o tempo.
- Obrigada, acho eu... – murmurou Emily, baixando a cabeça para não mostrar que estava corada.
Enquanto isso, Riley acaba de acordar e a primeira coisa que fez foi ver se a irmã estava a dormir. Escusado será dizer que ela entrou em pânico ao ver que Emily não estava em casa. E ficou ainda pior ao ver que Seth também não estava no alpendre.
- Bolas! – queixou-se ela, indo buscar a caçadeira.
E o pior é que ela precisava mesmo das balas de prata e a loja ainda não estava aberta.
- “Calma, Riley, pensa. O pai uma vez mostrou-me umas balas de prata que lhe deram. Onde é que ele as pôs? Onde é que ele as pôs?!” – pensou, andando que nem uma doida pela sala.
Foi aí se lembrou! Ela dirigiu-se ao quarto dos pais e abriu a última gaveta da cómoda, onde encontrou um saquinho com balas de prata.
Depois de as inserir na caçadeira, vestiu um casaco e saiu. O primeiro sítio onde iria era a floresta.
Riley conduziu rapidamente até lá, e, quando saiu do carro, ficou uns segundos parada, a pensar no que estava prestes a fazer. E se lhe acontecesse alguma coisa? Mas agora não havia tempo para pensar nisso. Agora, ela tinha de salvar a irmã.
Ela pegou na caçadeira e aventurou-se pela floresta, sem saber bem por onde havia de ir. Aquele sítio era enorme, como era suposto ela encontrar Emily no meio daquilo tudo?!
Alguns minutos depois, ela ouviu barulhos. Alguma coisa estava a aproximar-se. Ou, neste caso, alguém. Riley não esperou para ver quem era e virou-se, sacando da caçadeira, à medida que a apontava à cabeça de quem ali estava.
Quando ‘voltou a si’, viu que era Logan. E, pela primeira vez, viu medo nos olhos dele.
Os dois ficaram em silêncio durante um pouco, sem saber o que dizer ou fazer. Mas, com o feitio que tinham, a arrogância de um deles tinha de vir ao de cima.
- Já me podes tirar a arma da frente, sabes? – disse ele, num tom hostil.
- O que é que estás aqui a fazer? – perguntou Riley, friamente, ignorando as palavras dele.
- Explica-me lá porque é que eu tenho de te responder.
- Porque eu tenho uma arma apontada à tua cabeça e, por muito rápido que sejas, eu demoro menos tempo a premir o gatilho.
- Eu não faria isso. Não te posso explicar bem, mas as balas não me magoam. São como... os carros – acrescentou ele, fazendo um sorriso mesquinho.
- Pois, mas, pelo que me dissera, as balas de prata conseguem fazer estragos em pessoas como tu. Ou deveria dizer ‘vampiros’? – declarou ela, fazendo-o arregalar os olhos. – Sim, o Seth disse-me. Agora, onde é que ele está?
- Tu não sabes? Eu vim à procura dele, porque pensava que ele estava aqui.
- Pois, parece que ele não está aqui. O que é mau, porque a minha irmã está com ele.
- Ele contou à Emily?
- Um tal de Peter atacou-a e o Seth salvou-a.
- Aquele tipo não aprende...
- Ei, lembra-te que eu ainda tenho a arma apontada à tua cabeça. Onde é que o Seth costuma ir?
- Aqui. E há um tal parque perto da estação, que...
- Sim, eu sei onde é – interrompeu ela, afastando-se de Logan, mas ainda com a arma apontada à sua cabeça.
- Sabes que te podia atacar facilmente, não sabes?
- Mesmo que fosses mais rápido que os meus reflexos, não o farias. Tu não bebes sangue humano.
- Atacar-te não implica beber o teu sangue.
- Não interessa. Podes ser arrogante como tudo, mas não atacas humanos. Agora tenho de ir encontrar a minha irmã.
Sem dizer mais nada, Riley andou até ao seu carro, sem tirar os olhos de Logan e ainda empunhando a arma. Quando lá entrou, conduziu até ao parque rapidamente, onde encontrou Seth e a irmã sentados num banco.
- Emily! – chamou, correndo até eles.
- Riley, o que estás aqui a fazer? – surpreendeu-se ela.
- Não voltes a sair assim de casa, ouviste-me?! E tu, não voltes a levá-la, sem me avisar! – disse Riley, dirigindo-se a Seth nesta última parte.
- Desculpa, a Emily queria falar.
- Sim, sim... Metam-se no carro, mas é...
Os dois foram até ao carro e Riley foi logo atrás dele. Quando ia entrar, avistou Logan perto dali. Sem proferir uma única palavra, ela carregou a caçadeira (criando um barulho um tanto ameaçador), à medida que o fuzilava com o olhar. Naquele momento, ela estava demasiado ocupada para pensar num vampiro arrogante que a queria atacar.

*kissu

L'Y all

P.S - a nha escola começa amanha, p isso n sei knd posso voltar a postar... sorry :S

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