ateeu
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em 18/07/2008
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"Não sei o que o quero! Serà grave doutor?...
Confesso-lhe que nunca o soube. Não é por falta de não querer sabêlo: Procuro-o desesperadamente mas em vão. Chego a pensar que nunca o saberei, ao ponto de duvidar se quero saber aquilo que não sei se quero e se é realmente indispensável sabê-lo! Por outras palavras, doutor: o meu problema não é não saber o que quero, mas saber tão só se quero. Posto que as coisas acontecem independentemente da minha vontade, ainda que possa ser "virtualmente" responsàvel pela realidade, é legitimo questionar a minha liberdade. Somos livres no fundo de aceitar o que nos é dado - o acaso. Esse é o primeiro passo: acolher. O segundo é escolher. Colher no mundo...mas o quê? A razão desta indecisão reside na indistinção entre tudo e nada. Falta de visão ou ausência de vontade? Não sei doutor. Talvez imaginação fértil ou cegueira... Tenho toda a vida para duvidar e por favor, não me receite certezas contra esta ilusão..., que é a minha lucidez! Desculpe a maçada doutor. Boa tarde!" (ALGURES NUM KK BLOGUE) ![]() BOM DIA A TODOS, OBRIGADA PELAS PALAVRAS DE CARINHO E ÂNIMO... COMO DIRIA ALGUEM ALGURES NA MINHA INFÂNCIA "ESTÁS DOENTE DO RABO QUENTE!" LOOOOOOOL BEIJINHO ESPECIAL PARA CELESTE E SUSU QUE TERTULIARAM COMIGO ESTA NOITE. SENTIR A AMIZADE É TÃO ACONCHEGANTE! E CONVERSAR À VONTADE TÃO BOM! |
ateeu
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